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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
sábado, 25 de maio de 2013
Ego e Livro
Hoje quando me sentei para escrever estava certo de que gostaria muito de escrever um texto sobre minhas habilidades. Porém, não achei apropriado escrever sobre algo tão fútil, apesar de poder fazer isso com muita facilidade devido a ansiedade que possuo quando imagino que alguém possa estar lendo e ainda interessar-se sobre o conteúdo dos meus escritos.
Mas este último argumento a favor da escrita egocêntrica revelou-me a remota lembrança do náufrago que, em um momento de puro desespero eu presumo, arremessa a garrafa contendo uma mensagem a fim de que alguém a encontre e por conseguinte venha assim salvá-lo: incomodou-me pensar sobre, já que, se for assim, segundo a metáfora, estarei representando o papel do desesperado (o náufrago). Quem deseja isso?
Sendo assim, posso eu versar sobre assuntos que são mais pertinentes ao meu ver, tal como um dos livros que estou lendo em meus raros momentos de tempo livre (ócio meditativo). O livro é “O que é Educação” de Carlos Rodrigues Brandão.
Este livro elenca as ótimas recomendações bibliográficas da disciplina Introdução aos Estudos em Educação da graduação em Licenciatura Plena em Ciências (UNIFESP) ao qual faço parte como discente.
A linguagem do volume é simplificada, possuindo poucos jargões, o que facilita a leitura e permite evitar consultas excessivas em outros materiais.
O autor projeta um excelente panorama histórico sobre os protótipos do que seria a educação, abrangendo desde a antiguidade greco-romana até “hoje”, levantando a discussão que argumenta sobre os objetos e métodos da Educação.
É um livro introdutório para quem está entrando no campo pedagógico, que contribuirá para a obtenção de uma excelente compreensão sobre as questões da Educação, por diferentes ângulos, e listará de forma geral os problemas teóricos e práticos que existem neste setor.
Mas este último argumento a favor da escrita egocêntrica revelou-me a remota lembrança do náufrago que, em um momento de puro desespero eu presumo, arremessa a garrafa contendo uma mensagem a fim de que alguém a encontre e por conseguinte venha assim salvá-lo: incomodou-me pensar sobre, já que, se for assim, segundo a metáfora, estarei representando o papel do desesperado (o náufrago). Quem deseja isso?
Sendo assim, posso eu versar sobre assuntos que são mais pertinentes ao meu ver, tal como um dos livros que estou lendo em meus raros momentos de tempo livre (ócio meditativo). O livro é “O que é Educação” de Carlos Rodrigues Brandão.
Este livro elenca as ótimas recomendações bibliográficas da disciplina Introdução aos Estudos em Educação da graduação em Licenciatura Plena em Ciências (UNIFESP) ao qual faço parte como discente.
A linguagem do volume é simplificada, possuindo poucos jargões, o que facilita a leitura e permite evitar consultas excessivas em outros materiais.
O autor projeta um excelente panorama histórico sobre os protótipos do que seria a educação, abrangendo desde a antiguidade greco-romana até “hoje”, levantando a discussão que argumenta sobre os objetos e métodos da Educação.
É um livro introdutório para quem está entrando no campo pedagógico, que contribuirá para a obtenção de uma excelente compreensão sobre as questões da Educação, por diferentes ângulos, e listará de forma geral os problemas teóricos e práticos que existem neste setor.
Deixo então minha recomendação positiva sobre este livro e desejo à você uma ótima leitura e reflexão.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Momentum
É um momento ordinário aquele onde lançamos palavras esperançosas, românticas e dúbias ao vento.E o vento às leva para longe, planando sobre os mais longínquos lugares, sem querer repousar.
Mas, em algum instante - um pequeno intervalo de tempo -, tais palavras voltam para o domínio consciente de seu pronunciador apaixonado.
Entendo isso como uma fraqueza. Fraqueza que demonstra a insegurança como face expressiva da saudade.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
De volta à sofia
De volta à sofia - assim mesmo com letra minúscula -, é o lema que, na capa do meu caderno de notas, escrevi certa vez: sofia em preto - preto "bic" e de volta à em azul. Um simples azul.
Estava longe da sofia e agora voltei à minha face aos seus encantos, como se ela tivesse me provocado e com um olhar enraivecido, dúbio, carente, voltei minha face a ela, retrucando.
Voltei a por as mãos nas folhas de papel em branco e escrever minhas ideias - agora sem acento - a fim de esclarecer, ou ao menos pensar a respeito delas. Dúbias ideias.
Encaramo-nos novamente, eu e a sofia. E assim, mais maduros ou mais velhos, transformaremos as folha em branco empoeiradas.
Estava longe da sofia e agora voltei à minha face aos seus encantos, como se ela tivesse me provocado e com um olhar enraivecido, dúbio, carente, voltei minha face a ela, retrucando.
Voltei a por as mãos nas folhas de papel em branco e escrever minhas ideias - agora sem acento - a fim de esclarecer, ou ao menos pensar a respeito delas. Dúbias ideias.
Encaramo-nos novamente, eu e a sofia. E assim, mais maduros ou mais velhos, transformaremos as folha em branco empoeiradas.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Apenas um ser humano
Olá, pessoal. Estou escrevendo este texto utilizando o Sublime Text, for Linux.
Se você não sabe do que se trata eu falarei à respeito: é um editor de texto muito semelhante ao TextMate da Macromates (roda somente em Apple Computers) e, assim como o TextMate, o Sublime Text possui uma infinidade de extensões e plugins (JSHint/Lint, Themes, Bundles para sintaxe et cetera).
Mas não estou aqui apenas para falar do meu Editor preferido, se não falaria do "VIM" também. Aqui estou para falar de algumas novidades a meu respeito.
Primeiro, atualmente (2012) estou dando aulas em uma escola. Lá dou aulas de informática e técnicas administrativas. É muito interessante conquistar "amizades" naquele ambiente de trabalho. Lá eu me dedico bastante, pois sei que existe a necessidade de incluir digitalmente aquelas pessoas.
Incluir digitalmente. Ai está uma coisa que as pessoas confundem. Mas, para mim, incluir digitalmente é muito mais do que ensinar Windows e Pacote Office. Para mim, incluir digitalmente é mostrar para as pessoas que a computação e a informática podem mudar a sua realidade, e a dos outros também. Então, por hora, este é o meu trabalho lá.
Outra coisa que estou fazendo é dar algumas aulas particulares e para turmas reduzidas sobre Web Development e Planilhas Avançadas (CSS, HTML5, JavaScript, JQuery, JSON, Less, OpenOffice Calc, MS Excel et cetera) em algumas empresas de pequeno porte.
Também é novidade a minha volta para o casamento (isso em novembro de 2011). Como alguns sabem nós nos divorciamos e agora voltamos para uma nova fase. Uma fase de conquistas e maturidade, ao meu ver.
Quase tudo está indo bem. Não posso reclamar, tendo em vista que uma grande revolução irá acontecer em minha vida em breve, pois assim desejo e busco: graduação de filosofia e um novo emprego fixo, para que os projetos continuem em passo incremental.
Há coisas a resolver com certeza, não obstante, quanto à isso, farei o possível para que os problemas encontrem as soluções correspondentes.
sábado, 29 de outubro de 2011
Dança
Um par para uma dança
Tomar um gole de vinho apenas
Valsar com os deuses, compartilhar
Acendam uma vela solitária
Para compormos uma canção e quem sabe...
Rir, chorar e lembrar dos retratos pintados pela memória surreal
Dançar, dançar e dançar!
A luz se apagará
Mas a dança irá continuar
As memórias, o sol
Quem pode cessar?
Sentir a sutileza e ouvir as frases ao vento, singelo vento, brisa
O perfume pictórico, raro, longa duração
A luz moderadamente inflamada
Celeste
Dançar, sonhar e lembrar
Única noite, único perfume, última dança
Luz falecida
Tato e perfume
Beijo doce
A dança sublime
Tomar um gole de vinho apenas
Valsar com os deuses, compartilhar
Acendam uma vela solitária
Para compormos uma canção e quem sabe...
Rir, chorar e lembrar dos retratos pintados pela memória surreal
Dançar, dançar e dançar!
A luz se apagará
Mas a dança irá continuar
As memórias, o sol
Quem pode cessar?
Sentir a sutileza e ouvir as frases ao vento, singelo vento, brisa
O perfume pictórico, raro, longa duração
A luz moderadamente inflamada
Celeste
Dançar, sonhar e lembrar
Única noite, único perfume, última dança
Luz falecida
Tato e perfume
Beijo doce
A dança sublime
sábado, 20 de agosto de 2011
Coisas que estou aprendendo
Observando rapidamente alguns momentos da minha vida descobri ao longo do tempo que não posso deixar coisas para fazer depois se no momento estou disponível. Apesar disso, as vezes, ainda cometo este grave erro.
Se faço o que tenho que fazer no momento que é preciso e há a disponibilidade, então corro menos riscos de esquecer algum detalhe, ou o próprio compromisso, se for o caso.
Mas ainda cometo este erro.
Então, quando cometo esta "falha" as consequências são grandes e pesadas, pois a minha punição é muito maior do que qualquer punição financeira ou física. A punição é psicológica (pensamento adicional: psicológico é físico): odeio ser irresponsável. Fico imaginando a pessoa lá esperando (quando me atraso), ou a acumulação dos problemas (quando surge pequenos probleminhas e deixo passar por algum motivo "desconhecido").
O fato é: é melhor fechar as lacunas que estão abertas (caso isso seja possível).
Observação: O mesmo eu posso dizer quando estou desenvolvendo programas, pois, se deixo "gambiarras" no código, depois as coisas começam a depender dessas e tudo vira uma "gambiarra". O famoso POG (Programação Orientada à Gambiarras).
(POG: odeio este termo, pois mostra como as pessoas podem ser desinteressadas, ou ocupadas, quando estão diante de um problema. Capitalismo selvagem estimula a POG.)
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Sobre deus, formas de existir e "mim"
Texto feito para ser dado a uma colega de trabalho como forma de abrir uma discussão.
OBJETIVO
Existência, Importância e Mim: desejo falar sobre isso neste breve tratado que não possui o objetivo de instruir, guiar ou descriminar os pensamentos opostos. Apenas escreve-o para esclarecer minhas ideias e melhorá-las com as suas importantes sugestões.
INTRODUÇÃO
Antes de iniciar este tratado devo explicar sobre o que desejo falar: “Existência, Importância e Mim”. Porém se eu apenas começar a escrever podem indagar-me sobre a natureza desta tríade. Então devo esclarecê-la analiticamente com algumas explicações breves.
Algumas palavras dessa tríade são mais importantes para a obtenção da compreensão:
Existência / existir – O que é existir? Segundo o dicionário Aurélio existir é “ter existência real; ser; haver; viver; estar; subsistir; durar”. Para mim, em uma concepção pessoal, existir é estar na memória de alguém, ou na minha própria. Podemos existir de forma diferente para cada pessoa, mas não para nós mesmos.
Importância / importante – Sobre a palavra importante ao qual derivou-se a palavra importância o dicionário Aurélio nos traz o seguinte significado: “Que tem importância; que merece consideração, apreço; necessário; o que é essencial ou mais interessa”. Traduzindo o conceito para o contexto e a minha forma de pensar, descrevo importante como algo que me faz mudar alguma atitude, mesmo que no momento não consiga perceber este grau de importância (verificar se aquilo é importante). Noto também que uma ideia ou coisa pode ser importante ou não dependendo do tempo e das condições do momento. Portanto algo importante pode ser classificado em níveis de prioridade.
Mim / eu – Este é o termo mais complexo de se obter um significado coeso. Mesmo sendo o sujeito MIM o EU em si, ou seja, o limite da máxima proximidade, torna-se extremamente complicado para mim explicá-lo (mesmo com a proximidade descrita). Penso eu que o MIM/EU fora forjado através de constantes relações: sociais, institucionais e históricas. Sendo assim, minhas atitudes são devidas as relações que tive. Isso faz-me questionar se existe de fato um sujeito EU.
Porém, algumas características são inerentes a cada pessoa. Existe um certo comportamento aleatório nos humanos (talvez a falta de visão global) e eu penso que esta deva ser a essência do que chamamos de EU humano.
Partindo destas premissas devo então esclarecer o que eu desejei significar com a tríade:
PRIMEIRO: EXISTIR
Para mim a eternidade é possível quando “plantamos” ideias na memória de alguém. Para mim isso é estar vivo de alguma forma. Um filho, por exemplo, é uma extensão do que eu sou. Quando dou exemplos a este filho estou transferindo uma parcela do EU para ele. E ele irá transmitir isso também em suas relações sociais assim como eu fiz e fizeram comigo. Ou seja, penso que o homem é um multiplicador de ideias e isso, quando atinge os outros, o torna eterno.
Mas, todos possuem esta capacidade: os que consideramos bons e os maus. E essa é a cerne da questão: quando os homens enxergam esta sua capacidade de transformar o outro por meio de suas ideias geralmente o fazem. E isso deve ser velado, pois sempre tomamos atitudes que não nos agradamos posteriormente com os resultados: o erro. Há sempre um risco eminente ao erro nas atitudes ao qual tomamos.
Então, o homem inventou as leis para que fôssemos guiados pelos exemplos do passado: para que aprendêssemos com os erros (na teoria). E isso nos guia, mesmo sabendo que tais leis servem para beneficiar uns e instruir outros (na prática). No fundo, as ideias de alguns são levadas em consideração por grande parcela da humanidade (são eternos).
SEGUNDO: IMPORTÂNCIA
O homem comum precisa ser mais importante do que os outros seres vivos e de alguém mais importante do que ele próprio para se espelhar.
Assim, o homem antigo acreditava que o sol era responsável pela sua existência, já que Ele permitia que suas plantações crescessem e sempre estava lá proporcionando seu brilho e calor. Então, o homem pensava em agradar o sol (seu deus) e para tanto criou rituais em sua homenagem, para quem sabe chamar a sua atenção a fim de obter respostas e conseguir outros benefícios.
Alguns homens ausentavam-se desses rituais e estudavam o comportamento do sol, podendo então fazer previsões desse comportamento, melhorando a capacidade de cultivo (estações do ano). Constataram então que o sol não possui vontade própria (racional) mas age respeitando certas leis mecânicas.
Então indago: o homem merece louvor, ou o sol?
TERCEIRO: MIM
Questiono todas estas ideias pois não me contento em ficar na superficialidade dos assuntos. Não posso pensar que o sol age por sua conta, em primeira instância. Desejo saber a verdade, mesmo sabendo que o homem não deve sempre saber a verdade, pois ele é oportunista e irá querer se apoderar disso para escravizar os que ele considera inferior (outros seres, ou os próprios humanos), como já o faz. E mesmo que o homem não tenha a má intenção sempre, ele pode errar e prejudicar o andamento natural das coisas.
Eu sempre questiono: deus é necessário? E respondo as vezes sim, as vezes não. Pois respeito a construção histórica edificada com boas intenções. É notável os resultados quando são positivos para a melhoria do bem estar das pessoas.
Mas também observo a segregação que as denominações religiosas causam. As guerras “santas”!
Devo dizer: se deus existisse não seria necessário para que a minha existência fosse plena.
Marcos Garcia de Lima
Mauá, 01 de Julho de 2011
OBJETIVO
Existência, Importância e Mim: desejo falar sobre isso neste breve tratado que não possui o objetivo de instruir, guiar ou descriminar os pensamentos opostos. Apenas escreve-o para esclarecer minhas ideias e melhorá-las com as suas importantes sugestões.
INTRODUÇÃO
Antes de iniciar este tratado devo explicar sobre o que desejo falar: “Existência, Importância e Mim”. Porém se eu apenas começar a escrever podem indagar-me sobre a natureza desta tríade. Então devo esclarecê-la analiticamente com algumas explicações breves.
Algumas palavras dessa tríade são mais importantes para a obtenção da compreensão:
Existência – Importância - Mim
Existência / existir – O que é existir? Segundo o dicionário Aurélio existir é “ter existência real; ser; haver; viver; estar; subsistir; durar”. Para mim, em uma concepção pessoal, existir é estar na memória de alguém, ou na minha própria. Podemos existir de forma diferente para cada pessoa, mas não para nós mesmos.
Importância / importante – Sobre a palavra importante ao qual derivou-se a palavra importância o dicionário Aurélio nos traz o seguinte significado: “Que tem importância; que merece consideração, apreço; necessário; o que é essencial ou mais interessa”. Traduzindo o conceito para o contexto e a minha forma de pensar, descrevo importante como algo que me faz mudar alguma atitude, mesmo que no momento não consiga perceber este grau de importância (verificar se aquilo é importante). Noto também que uma ideia ou coisa pode ser importante ou não dependendo do tempo e das condições do momento. Portanto algo importante pode ser classificado em níveis de prioridade.
Mim / eu – Este é o termo mais complexo de se obter um significado coeso. Mesmo sendo o sujeito MIM o EU em si, ou seja, o limite da máxima proximidade, torna-se extremamente complicado para mim explicá-lo (mesmo com a proximidade descrita). Penso eu que o MIM/EU fora forjado através de constantes relações: sociais, institucionais e históricas. Sendo assim, minhas atitudes são devidas as relações que tive. Isso faz-me questionar se existe de fato um sujeito EU.
Porém, algumas características são inerentes a cada pessoa. Existe um certo comportamento aleatório nos humanos (talvez a falta de visão global) e eu penso que esta deva ser a essência do que chamamos de EU humano.
Partindo destas premissas devo então esclarecer o que eu desejei significar com a tríade:
“Existência, Importância e Mim.”
PRIMEIRO: EXISTIR
Para mim a eternidade é possível quando “plantamos” ideias na memória de alguém. Para mim isso é estar vivo de alguma forma. Um filho, por exemplo, é uma extensão do que eu sou. Quando dou exemplos a este filho estou transferindo uma parcela do EU para ele. E ele irá transmitir isso também em suas relações sociais assim como eu fiz e fizeram comigo. Ou seja, penso que o homem é um multiplicador de ideias e isso, quando atinge os outros, o torna eterno.
Mas, todos possuem esta capacidade: os que consideramos bons e os maus. E essa é a cerne da questão: quando os homens enxergam esta sua capacidade de transformar o outro por meio de suas ideias geralmente o fazem. E isso deve ser velado, pois sempre tomamos atitudes que não nos agradamos posteriormente com os resultados: o erro. Há sempre um risco eminente ao erro nas atitudes ao qual tomamos.
Então, o homem inventou as leis para que fôssemos guiados pelos exemplos do passado: para que aprendêssemos com os erros (na teoria). E isso nos guia, mesmo sabendo que tais leis servem para beneficiar uns e instruir outros (na prática). No fundo, as ideias de alguns são levadas em consideração por grande parcela da humanidade (são eternos).
SEGUNDO: IMPORTÂNCIA
O homem comum precisa ser mais importante do que os outros seres vivos e de alguém mais importante do que ele próprio para se espelhar.
Assim, o homem antigo acreditava que o sol era responsável pela sua existência, já que Ele permitia que suas plantações crescessem e sempre estava lá proporcionando seu brilho e calor. Então, o homem pensava em agradar o sol (seu deus) e para tanto criou rituais em sua homenagem, para quem sabe chamar a sua atenção a fim de obter respostas e conseguir outros benefícios.
Alguns homens ausentavam-se desses rituais e estudavam o comportamento do sol, podendo então fazer previsões desse comportamento, melhorando a capacidade de cultivo (estações do ano). Constataram então que o sol não possui vontade própria (racional) mas age respeitando certas leis mecânicas.
Então indago: o homem merece louvor, ou o sol?
TERCEIRO: MIM
Questiono todas estas ideias pois não me contento em ficar na superficialidade dos assuntos. Não posso pensar que o sol age por sua conta, em primeira instância. Desejo saber a verdade, mesmo sabendo que o homem não deve sempre saber a verdade, pois ele é oportunista e irá querer se apoderar disso para escravizar os que ele considera inferior (outros seres, ou os próprios humanos), como já o faz. E mesmo que o homem não tenha a má intenção sempre, ele pode errar e prejudicar o andamento natural das coisas.
Eu sempre questiono: deus é necessário? E respondo as vezes sim, as vezes não. Pois respeito a construção histórica edificada com boas intenções. É notável os resultados quando são positivos para a melhoria do bem estar das pessoas.
Mas também observo a segregação que as denominações religiosas causam. As guerras “santas”!
Devo dizer: se deus existisse não seria necessário para que a minha existência fosse plena.
Marcos Garcia de Lima
Mauá, 01 de Julho de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Faces: diálogo particular - tentando ser um organismo individual
Estética, forma, aparência, aspecto físico, empírico, subjetivo: polinômio terrivelmente complicado de questionar.
Não contento-me com os simples verbetes de um dicionário duvidoso. Ser mais que isso é preciso. Por quê?
Não sei ainda. Vontade inata? Não espere. Isso não. Acredito que fomos "programados" ou treinados, devo assim dizer, para reconhecer o que é necessário pela forma, em primeira instância. Mas a "forma" é o que o sujeito/objeto é em si, ou apenas uma forma de ser, naquele período?
Devo explicar um dia - dando as evidências - sobre meu discurso quanto a essência das coisas. Sim você "deve".
Marcos. Acha que mudei muito?
Devo explicar um dia - dando as evidências - sobre meu discurso quanto a essência das coisas. Sim você "deve".
Marcos. Acha que mudei muito?
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Globo e Fapesp: estranha ou talvez 'inteligente' relação
Antes de ir para a tese principal conceituarei este binômio:
Globo: é uma organização voltada a mídia e comunicação, considerada a maior da América Latina e umas das maiores do mundo [1].
Fapesp: é a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Trata-se de uma instituição pública de fomento à pesquisa, atuante no Estado de São Paulo. Está ligada à Secretaria de Ensino Superior do Governo do Estado de São Paulo [2][3].
Para começar gostaria de levantar as questões: qual será a relação existente entre estas duas instituições? Caso seja verdadeira a preposição de que elas tenham alguma relação direta, para qual fim seria necessário tais relações? Quais seriam os interesses da Globo nas pesquisas científicas?
Não sei exatamente a resposta para tais questões, mas declino-me a pensar sobre as relações que, de alguma forma, daria as respostas requeridas. Mas, em relação aos fatos atuais, muito estranho pareceu-me a relação entre elas.
A relação ao qual falo é ligada ao website da Globo. Onde o nome FAPESP é encontrado com relação ao DNS (Domain Name Service, faça pesquisas sobre isso!). Indago eu: trata-se da Fapesp (a fundação citada acima), ou apenas uma empresa de registros de nomes de domínio (fapesp.org) que usa o mesmo nome da Fapesp para conseguir clientes?
A imagem abaixo ilustra o fato quando, ao fazer uma busca pelo site http://www.globo.com, o website Netcraft exibe o relatório (observe o campo DND admin):
Ainda resta algo a ser observado: a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) tem algo em conjunto com a Globo, ou seja, a globo controla todas as informações relacionadas ao futebol no Brasil?
Sem compor teorias, particularmente concluo que sim, devido ao fato de que o futebol no Brasil é algo que está além do esporte em si. No Brasil o futebol é mais que um simples e popular jogo coletivo. Tanto que se você não acompanhar as informações sobre algum time, em alguma instância você se sentirá um deslocado com relação a maioria das pessoas (a grande massa).
Penso, que a Globo tem sim interesse em possuir todas as informações a respeito desse esporte. Isso é um poder e tanto se pensarmos que as pessoas levam tradicionalmente a sério o acompanhamento deste esporte. E estas pessoas mudariam seus hábitos se algo que consideram importante diz o caminho a seguir, ou apenas demonstra uma felicidade hipnotizadora (ópio popular).
O futebol lança modas e arrasta milhões de pessoas a cegueira sobre os fatos em si (fato observado). Fatos estes que poderiam levá-las ao melhor presente e futuro, se isso for possível. Pouca gente, (um dado estatístico a ser mensurado, não obstante, ressalto-o baseando em minhas experiências sociais) acompanha assuntos políticos com tanta fidelidade como acompanham os jogos de seu time "predileto". O que é mais importante? Ou qual deveria ser mais importante?
Veja o relatório sobre o site da CBF no NetCraft. Observe o o campo DND admin:
Tire suas conclusões e não pare por ai. Busque saber mais a respeito e divulgue as informações para que todos possam saber e tomar suas próprias atitudes, baseadas na "realidade".
Fontes:
[1] - http://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%B5es_Globo .
[2] - http://www.fapesp.br/
[3] - http://pt.wikipedia.org/wiki/FAPESP
Globo: é uma organização voltada a mídia e comunicação, considerada a maior da América Latina e umas das maiores do mundo [1].
Fapesp: é a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Trata-se de uma instituição pública de fomento à pesquisa, atuante no Estado de São Paulo. Está ligada à Secretaria de Ensino Superior do Governo do Estado de São Paulo [2][3].
Para começar gostaria de levantar as questões: qual será a relação existente entre estas duas instituições? Caso seja verdadeira a preposição de que elas tenham alguma relação direta, para qual fim seria necessário tais relações? Quais seriam os interesses da Globo nas pesquisas científicas?
Não sei exatamente a resposta para tais questões, mas declino-me a pensar sobre as relações que, de alguma forma, daria as respostas requeridas. Mas, em relação aos fatos atuais, muito estranho pareceu-me a relação entre elas.
A relação ao qual falo é ligada ao website da Globo. Onde o nome FAPESP é encontrado com relação ao DNS (Domain Name Service, faça pesquisas sobre isso!). Indago eu: trata-se da Fapesp (a fundação citada acima), ou apenas uma empresa de registros de nomes de domínio (fapesp.org) que usa o mesmo nome da Fapesp para conseguir clientes?
A imagem abaixo ilustra o fato quando, ao fazer uma busca pelo site http://www.globo.com, o website Netcraft exibe o relatório (observe o campo DND admin):
![]() |
| Página de relatório do site NetCraft sobre http://www.globo.com. |
Sem compor teorias, particularmente concluo que sim, devido ao fato de que o futebol no Brasil é algo que está além do esporte em si. No Brasil o futebol é mais que um simples e popular jogo coletivo. Tanto que se você não acompanhar as informações sobre algum time, em alguma instância você se sentirá um deslocado com relação a maioria das pessoas (a grande massa).
Penso, que a Globo tem sim interesse em possuir todas as informações a respeito desse esporte. Isso é um poder e tanto se pensarmos que as pessoas levam tradicionalmente a sério o acompanhamento deste esporte. E estas pessoas mudariam seus hábitos se algo que consideram importante diz o caminho a seguir, ou apenas demonstra uma felicidade hipnotizadora (ópio popular).
O futebol lança modas e arrasta milhões de pessoas a cegueira sobre os fatos em si (fato observado). Fatos estes que poderiam levá-las ao melhor presente e futuro, se isso for possível. Pouca gente, (um dado estatístico a ser mensurado, não obstante, ressalto-o baseando em minhas experiências sociais) acompanha assuntos políticos com tanta fidelidade como acompanham os jogos de seu time "predileto". O que é mais importante? Ou qual deveria ser mais importante?
Veja o relatório sobre o site da CBF no NetCraft. Observe o o campo DND admin:
![]() |
| Relatório sobre o site http://www.cbf.com.br. |
Tire suas conclusões e não pare por ai. Busque saber mais a respeito e divulgue as informações para que todos possam saber e tomar suas próprias atitudes, baseadas na "realidade".
Fontes:
[1] - http://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%B5es_Globo .
[2] - http://www.fapesp.br/
[3] - http://pt.wikipedia.org/wiki/FAPESP
domingo, 23 de janeiro de 2011
Meu Geek Code
Meu Geek Code:
GCM/GCS/GFA/GIT/GP/GTW d-(-)>- s+++(+++)>+++: a-- C++(++)>++ ULC++(++)>++ P()> L++(++)>++ E()> W++(++)>++ !N !o K--? w()> O()> M-(-)>- V? PS+++(+++)>+++ PE++(++)>++ Y? !PGP t++(++)>++ 5? X R tv--(--)>-- b+++(+++)>+++ DI--(--)>-- D G++(++)>++ e++(++)>++ h----(----)>---- r()> y+++(+++)>+++
GCM/GCS/GFA/GIT/GP/GTW d-(-)>- s+++(+++)>+++: a-- C++(++)>++ ULC++(++)>++ P()> L++(++)>++ E()> W++(++)>++ !N !o K--? w()> O()> M-(-)>- V? PS+++(+++)>+++ PE++(++)>++ Y? !PGP t++(++)>++ 5? X R tv--(--)>-- b+++(+++)>+++ DI--(--)>-- D G++(++)>++ e++(++)>++ h----(----)>---- r()> y+++(+++)>+++
sábado, 20 de março de 2010
Chamada global para a ação
Introdução
Neste tempo, busco sair de uma sociedade que tenta-me à corrupção, violência e deslealdade contra os meus semelhantes. Autores chamam isso de anomalia social (Émile Durkheim, para citar um nome), julgando o fato com severidade e rigor.
Para acontecer uma mudança é preciso pensar bem, muito categoricamente disciplinar as idéias ou causar um choque. Truísmo puro é dizer estas palavras, mas é preciso, para que não esqueçamos o fato-objeto-alvo. Mas, que estive engendrando nestes últimos tempos? Foi a construção sistemática de algumas ideias? E para chegar em algo sólido, praticável, por assim dizer, baseei-me a orientação de alguns profissionais em pensar, em filosofar? Deveras que sim. Cheguei a Aristóteles, Voltaire, Maquiavel, Descartes, Shakespeare, Jean-Paul Sartre, Nietzsche e muitos anônimos para citar alguns, e encontrei um abismo de dúvidas, muitas das quais, justas e organizadas em livros, muito bem escritos e definidos, outras em diálogos informais. Não obstante, eram dúvidas que se contradiziam.
Isso me fez refletir com mais maturidade: declinei-me nas obras de Nietzsche, por exemplo, é vi o horizonte que ele queria tanger. Notei sua melancolia (natureza filosófica), sua paixão por Richard Wagner e os franceses (cf. Ecce Homo, 1888) sua razão quanto ao que dizia sobre a moralidade, vi sua doença, sua cólera, sua coragem abusada e sua derrota.
Ação:
De nada valerá estes estudos se não forem aplicados, dirão. A estes que pronunciarem tais palavras merecem aplausos calorosos. Falam a verdade! Penso constantemente em uma revolução. Em destruir a classe dominante, em quebrar os paradigmas e as regras impostas por estas pessoas - não quero ser herói, antes que alguém diga. Simplesmente vejo o capitalismo como algo extremamente ruim para a humanidade e a natureza. E não é necessário ler nada para chegar a este raciocínio, absolutamente nada!
Fatos são suficientes para provar. O Estado (empresas na verdade) não quer seu bem-estar, mas sim sua força de trabalho, por isso ele te qualifica, te dirige e arranca toda sua perspectiva de melhoria. Hoje tenho essa perspectiva. E você, leitor, também pode obtê-la. Estude a sociedade. Veja que não estou sendo mentiroso ou leviano com este levantamento. Isso não é imposição. Pense por si só. Observe e juntos vamos lutar para melhorar. Vamos fazer isso deixar de ser uma ideia. Vamos planejar. Sistematizar a mudança. Entenda o problema e, assim, com ordem, faremos nosso plano de ação vigorar. Reflita.
Neste tempo, busco sair de uma sociedade que tenta-me à corrupção, violência e deslealdade contra os meus semelhantes. Autores chamam isso de anomalia social (Émile Durkheim, para citar um nome), julgando o fato com severidade e rigor.
Para acontecer uma mudança é preciso pensar bem, muito categoricamente disciplinar as idéias ou causar um choque. Truísmo puro é dizer estas palavras, mas é preciso, para que não esqueçamos o fato-objeto-alvo. Mas, que estive engendrando nestes últimos tempos? Foi a construção sistemática de algumas ideias? E para chegar em algo sólido, praticável, por assim dizer, baseei-me a orientação de alguns profissionais em pensar, em filosofar? Deveras que sim. Cheguei a Aristóteles, Voltaire, Maquiavel, Descartes, Shakespeare, Jean-Paul Sartre, Nietzsche e muitos anônimos para citar alguns, e encontrei um abismo de dúvidas, muitas das quais, justas e organizadas em livros, muito bem escritos e definidos, outras em diálogos informais. Não obstante, eram dúvidas que se contradiziam.
Isso me fez refletir com mais maturidade: declinei-me nas obras de Nietzsche, por exemplo, é vi o horizonte que ele queria tanger. Notei sua melancolia (natureza filosófica), sua paixão por Richard Wagner e os franceses (cf. Ecce Homo, 1888) sua razão quanto ao que dizia sobre a moralidade, vi sua doença, sua cólera, sua coragem abusada e sua derrota.
Ação:
De nada valerá estes estudos se não forem aplicados, dirão. A estes que pronunciarem tais palavras merecem aplausos calorosos. Falam a verdade! Penso constantemente em uma revolução. Em destruir a classe dominante, em quebrar os paradigmas e as regras impostas por estas pessoas - não quero ser herói, antes que alguém diga. Simplesmente vejo o capitalismo como algo extremamente ruim para a humanidade e a natureza. E não é necessário ler nada para chegar a este raciocínio, absolutamente nada!
Fatos são suficientes para provar. O Estado (empresas na verdade) não quer seu bem-estar, mas sim sua força de trabalho, por isso ele te qualifica, te dirige e arranca toda sua perspectiva de melhoria. Hoje tenho essa perspectiva. E você, leitor, também pode obtê-la. Estude a sociedade. Veja que não estou sendo mentiroso ou leviano com este levantamento. Isso não é imposição. Pense por si só. Observe e juntos vamos lutar para melhorar. Vamos fazer isso deixar de ser uma ideia. Vamos planejar. Sistematizar a mudança. Entenda o problema e, assim, com ordem, faremos nosso plano de ação vigorar. Reflita.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Sociedade: para onde vai?
Artigo reeditado:
Existe uma dúvida que tento decifrar a tempos - uma das muitas: para que a humanidade "corre"? Para onde ela "quer" ir?
Segundo Malinowski, em sua obra, Teoria Científica da Cultura (1944), existem motivações universais no homem e Langer disse: "talvez o homem 'corra' para evoluir (...)".
Doravante, se olharmos microscopicamente este 'indivíduo' veremos que seus órgãos
atuam para sua sobrevivência e que agindo de forma organizado executa esta tarefa muito bem. O corpo humano é assim. Executa tarefas para sobreviver; Agora se tirarmos a lupa que observa estes seres 'individuados' veremos que novos organismos são observáveis e que, de forma complexa e macroscópica estes formam novas organizações dando estrutura a um universo inteiramente novo -- a sociedade. Talvez isso seja truísmo. Mas creio que seja relevante citar.
Agora, retire mais uma vez a 'lupa' que cobre o todo e o que temos? tudo?
E para que este 'tudo' serve? Aprimorar-se constantemente e gerar novos cosmos? Para manter o senso social? Que exatamente?
Por hora, concordo com a citada filósofa Susanne K. Langer, onde diz que o homem corre para evoluir. E entendo que isto gerará novas indagações e questões à serem estudadas: evolução, motivações, indivíduo entre outros. Lamento.
Existe uma dúvida que tento decifrar a tempos - uma das muitas: para que a humanidade "corre"? Para onde ela "quer" ir?
Segundo Malinowski, em sua obra, Teoria Científica da Cultura (1944), existem motivações universais no homem e Langer disse: "talvez o homem 'corra' para evoluir (...)".
Doravante, se olharmos microscopicamente este 'indivíduo' veremos que seus órgãos
atuam para sua sobrevivência e que agindo de forma organizado executa esta tarefa muito bem. O corpo humano é assim. Executa tarefas para sobreviver; Agora se tirarmos a lupa que observa estes seres 'individuados' veremos que novos organismos são observáveis e que, de forma complexa e macroscópica estes formam novas organizações dando estrutura a um universo inteiramente novo -- a sociedade. Talvez isso seja truísmo. Mas creio que seja relevante citar.
Agora, retire mais uma vez a 'lupa' que cobre o todo e o que temos? tudo?
E para que este 'tudo' serve? Aprimorar-se constantemente e gerar novos cosmos? Para manter o senso social? Que exatamente?
Por hora, concordo com a citada filósofa Susanne K. Langer, onde diz que o homem corre para evoluir. E entendo que isto gerará novas indagações e questões à serem estudadas: evolução, motivações, indivíduo entre outros. Lamento.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Sessão de fotos em São Paulo
Estive nos últimos tempos fazendo retratos de São Paulo e gostaria de mostrar à vocês. Portanto, segue abaixo algumas destas fotográfias que tirei e suas respectivas legendas. Clique para ampliar as imagens.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Declaração
Ando sem tempo e criatividade para escrever. Não sinto mais aquela vontade, aquele amor em expor de forma escrita os pensamentos. Declino-me no assunto, a fim de descobrir o porque, o motivo primordial: "Se há um irei descobrir", disse a mim mesmo, várias vezes, nos últimos meses.
Pensei também que eu supostamente poderia ter "parado no tempo", deixado de possuir interesse em saber das coisas. Mas pelo que constatei isso não ocorreu (de jeito algum!). Continuo curioso e estudioso (ver minha atuação na faculdade). Somente não estou escrevendo (como gostaria, ou ainda, como deveria). Isso é ruim, extremante ruim, pois tenho "aquela" necessidade. É como se algo me faltasse, como se um buraco estivesse em mim e eu não conseguisse preenchê-lo com nada além do espaço vazio.
Ando mais agressivo. Menos medroso! Estou fazendo mais, pensando mais. Encarando de frente algumas coisas que considero corretas e íntegras, mas isso é relativo, eu sei. Coisas corretos para mim, podem ser erradas para outros e vice-versa. Tomo muito cuidado com isso. Tento me previnir de grandes enganos. Pensar mais, como eu disse, é um bom exercício para previnir equívocos.
Aos que me acompanham (aos poucos) digo que não desisti de nada. Pelo contrário. Estou ativo, determinado e com saudades de escrever. Então não desistam de mim! (rs)
Pensei também que eu supostamente poderia ter "parado no tempo", deixado de possuir interesse em saber das coisas. Mas pelo que constatei isso não ocorreu (de jeito algum!). Continuo curioso e estudioso (ver minha atuação na faculdade). Somente não estou escrevendo (como gostaria, ou ainda, como deveria). Isso é ruim, extremante ruim, pois tenho "aquela" necessidade. É como se algo me faltasse, como se um buraco estivesse em mim e eu não conseguisse preenchê-lo com nada além do espaço vazio.
Ando mais agressivo. Menos medroso! Estou fazendo mais, pensando mais. Encarando de frente algumas coisas que considero corretas e íntegras, mas isso é relativo, eu sei. Coisas corretos para mim, podem ser erradas para outros e vice-versa. Tomo muito cuidado com isso. Tento me previnir de grandes enganos. Pensar mais, como eu disse, é um bom exercício para previnir equívocos.
Aos que me acompanham (aos poucos) digo que não desisti de nada. Pelo contrário. Estou ativo, determinado e com saudades de escrever. Então não desistam de mim! (rs)
terça-feira, 15 de julho de 2008
Pensamentos pessoais, ditos ao pé do ouvido
Tais linhas são escritas pela perspectiva da tristeza e da melancolia.
A tristeza, que não demonstro para meus amigos pessoais, está bem imposta em meus pensamentos diários.
A melancolia, é por saber que a discussão foi inútil. Sinto-me lento!
A ilha de repouso que deveria ser a família, na verdade para mim não é. O repouso não passa de fonte de mistérios e ilusões. Algo que me dá independência forçada. A independência que não queria, mesmo sabendo que ela existia.
São estes problemas que me levam a sempre querer estar em comunicação com as pessoas que me rodeiam (e as que eu procuro)? É a carência em manifestação ativa? Não tenho estas respostas e muitas outras. Queria poder saber.
O pior de tudo, o clímax da minha situação, é que a solução não partirá de mim. Desta vez não tenho o controle total, talvez nem parcial da situação.
Estou triste por mim e por ele. Estou lamentando o ocorrido hoje de manhã (o que sempre acontece). Suas palavras mesmo sem sentido lógico me afetaram intrinsecamente. Causa minha dor! Seus dogmas são maus!...
Não quero encher os que aqui visitam com minhas coisas pessoais; mas preciso conversar com quem esteja disposto a ouvir. Preciso de ajuda, e sei que ela pode estar dentro de mim. A resposta pode estar lá dentro, no íntimo, no interior.
Devo ficar melhor por obrigação. Tenho UMA VIDA; que seja ela a melhor! Ele não pode me destruir... Somente tentar!
A tristeza, que não demonstro para meus amigos pessoais, está bem imposta em meus pensamentos diários.
A melancolia, é por saber que a discussão foi inútil. Sinto-me lento!
A ilha de repouso que deveria ser a família, na verdade para mim não é. O repouso não passa de fonte de mistérios e ilusões. Algo que me dá independência forçada. A independência que não queria, mesmo sabendo que ela existia.
São estes problemas que me levam a sempre querer estar em comunicação com as pessoas que me rodeiam (e as que eu procuro)? É a carência em manifestação ativa? Não tenho estas respostas e muitas outras. Queria poder saber.
O pior de tudo, o clímax da minha situação, é que a solução não partirá de mim. Desta vez não tenho o controle total, talvez nem parcial da situação.
Estou triste por mim e por ele. Estou lamentando o ocorrido hoje de manhã (o que sempre acontece). Suas palavras mesmo sem sentido lógico me afetaram intrinsecamente. Causa minha dor! Seus dogmas são maus!...
Não quero encher os que aqui visitam com minhas coisas pessoais; mas preciso conversar com quem esteja disposto a ouvir. Preciso de ajuda, e sei que ela pode estar dentro de mim. A resposta pode estar lá dentro, no íntimo, no interior.
Devo ficar melhor por obrigação. Tenho UMA VIDA; que seja ela a melhor! Ele não pode me destruir... Somente tentar!
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